Bispos iniciam análise das diretrizes gerais da Ação Evangelizadora, tema central da 62ª Assembleia Geral da CNBB

Bispos iniciam análise das diretrizes gerais da Ação Evangelizadora,

tema central da 62ª Assembleia Geral da CNBB


Na tarde desta sexta-feira, 17 de abril, os bispos, reunidos no 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em Aparecida (SP), se dedicaram a apreciar o material das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil, tema central desta assembleia.

Presidente da comissão das diretrizes, dom Leomar. | Fotos: Jaison Alves.

O presidente da comissão das diretrizes, dom Leomar Antônio Brustolin, arcebispo de Santa Maria (RS), apresentou aos bispos o contexto no qual elas foram escritas e a forma como serão trabalhadas durante a Assembleia Geral da CNBB.

Dom Leomar lembrou que as diretrizes contêm orientações amplas e inspiradoras, não um plano fechado, mas luzes que respeitam os diversos contextos, fruto de um longo período de escuta e consulta do povo de Deus. “Cada regional, cada Igreja particular, cada um é chamado a acolher o processo a partir de sua realidade.”

Processo de aprovação das Diretrizes

O arcebispo explicou também como vai ser o trabalho de análise e aprovação das diretrizes. Como o texto já fora enviado com antecedência e lido pela maioria, o discernimento do material e sugestões ao texto serão feitos pelos bispos divididos por regionais, nas sessões dos próximos dias.

Diferentemente das votações nesta assembleia, as sugestões dos regionais a cada parágrafo do texto das diretrizes serão recebidas em fichas físicas, não de forma eletrônica, o que facilita a visualização dos pontos que precisam ser ajustados em cada parte do documento, explicou dom Leomar.

Por fim, dom Leomar destacou que as diretrizes gerais da Ação Evangelizadora estão fundamentalmente ligadas à recepção dos apontamentos do Sínodo no Brasil. “A forma de receber o sínodo no Brasil são as diretrizes, está integrado. Serão uma coisa só… O texto é resultado do que a Igreja no Brasil quis para as diretrizes. Evitamos qualquer interferência que contrariasse essa escuta.”

Para a vigência do documento, a proposta da comissão é que as diretrizes estejam em vigor por seis anos, sendo que depois de três anos, sejam reavaliadas. Em seguida foi aberta a fila do povo para que os bispos pudessem se expressar sobre as novas diretrizes.

Por Juliana Mastelini - Comunicação 62ª AG CNBB

Fonte: https://www.cnbb.org.br/diretrizes-gerais-da-acao-evangelizador/


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